csx:
Compreendo e até admiro a paixão que a língua e a escrita do português consegue gerar, é um sinal da sua riqueza, mas por vezes essa paixão tolda uma análise mais desprendida das situações.
Esta situação é de sumenos importância quando comparada com tantas outras coisas que estão a acontecer à nossa volta, não quero com isto retirar importância à defesa da nossa especificidade cultural, mas como já atrás escrevi, essa especificidade pode ser "realinhada" na forma de escrever de algumas palavras mas nunca o será no seu verdadeiro contexto social, que é a vivência diária de uma sociedade.
Portugal e Brasil partilham o português, mas nunca irão partilhar a mesma vivência social nem especificidade cultural, mais não seja porque estão separados por um oceano atlântico que cria contextos sociais totalmente diferentes. A essência de uma cultura está nas suas gentes e não na sua escrita, a sua escrita é apenas e só uma expressão cultural e não a sua cultura. Essa expressão cultural, a escrita, mesmo que seja exactamente igual nas regras de escrita nos dois países será sempre diferente na sua aplicação, novamente, porque o contexto social é diferente o que conduz a uma diferente aplicação e conjugação frásica.
Acho, que se analisarmos desprendidamente o que é proposto, acaba por ser algo com um impacto, diria, quase insignificante...
Atheist:
Lá voltamos nós a carregar as armas dos extremismos ignóbeis e absolutamente descartáveis.

O "ódio/racismo" é a mais pura das imagens de expressão de ignorância... pois num mundo multi-cultural querer ser mono-cultural é o mesmo de querer não aprender... e quem não aprende...