Autor Tópico: A Filosofia Francesa Depois de Maio de 68 (2012)  (Lido 920 vezes)

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A Filosofia Francesa Depois de Maio de 68 (2012)
« em: Domingo, 20 de Outubro, 2013 - 03h33 »
A Filosofia Francesa Depois de Maio de 68



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Citação
A maioria das revoluções que conhecemos acabaram reproduzindo exatamente aquilo que elas combatiam. A dissidência não é um modelo de tomada radical do poder. Significa inscrever-se no interior de um sistema, tomar partido, sem jamais acreditar que se pode revolucioná-lo completamente. Assim foi Maio de 68... que ainda não terminou.

Maio de 68 desestabilizou as categorias clássicas da política, quebrou os paradigmas, pulverizou o niilismo e continua a fazê-lo ainda hoje. Foi uma revolução que não causou mortes; foi política, mas não queria tomar o poder. Foucault, Deleuze e Derrida, os filósofos rebeldes, nos ajudam a re-pensar a política do pós-Maio de 68, cada um à sua maneira. Eles propõem a política da felicidade e do intolerável como alternativa à política clássica do medo e da esperança. Uma revolução que ainda está em marcha...

Pierre Zaoui é professor da Universidade de Paris VII, diretor de programas do Colégio Internacional de Filosofia, co-fundador e membro da revista Vacarme. Publicou, dentre outras obras, Le libéralisme est-il une sauvagerie? (Bayard 2007), Spinoza, la décision de soi (Bayard, 2008) e Vivre c'est croire (Bayard, janeiro de 2010).




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"O que nós queremos, o que não gostamos, o que pensamos, o que sentimos: tudo é impermanente. As palavras de elogios ou críticas são impermanentes. Todas vêm e vão. Se entendermos isso, não vamos ficar tão desorientados com os dramas da vida cotidiana."
Chagdud Tulku Rinpoche