Autor Tópico: O Poder dos Palácios e a Força das Praças (2013)  (Lido 997 vezes)

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O Poder dos Palácios e a Força das Praças (2013)
« em: Segunda, 30 de Dezembro, 2013 - 21h03 »
O Poder dos Palácios e a Força das Praças



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A máquina estatal ganhou, com os princípios democráticos, maior capacidade de auto-regeneração. Mas, por outro lado, ela manteve e incrementou os elementos mecânicos (platônicos…)  do poder, com a burocracia. As massas apresentam suas reivindicações múltiplas, mas cujos elementos constantes entram no campo dos serviços que deveriam ser prestados pelos poderes: educação, saúde, segurança, cultura, emprego. Entre o domínio dos escritórios e as movimentações das massas, os governantes agem como se a máquina estatal estivesse em plena forma. Mas ela está avariada e é obsoleta na maior parte de seus integrantes. Como sair dessa aporia entre poder maquinal e reivindicações democráticas?

Roberto Romano é filósofo, é doutor pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris e professor titular da Unicamp.

http://www.youtube.com/watch?v=lk605vOD-3c#

"O que nós queremos, o que não gostamos, o que pensamos, o que sentimos: tudo é impermanente. As palavras de elogios ou críticas são impermanentes. Todas vêm e vão. Se entendermos isso, não vamos ficar tão desorientados com os dramas da vida cotidiana."
Chagdud Tulku Rinpoche