Autor Tópico: Homogeneidade e Exceção na Política (2012)  (Lido 1128 vezes)

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Homogeneidade e Exceção na Política (2012)
« em: Domingo, 12 de Janeiro, 2014 - 18h10 »
Homogeneidade e Exceção na Política



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A busca da homogeneidade é uma pretensão pré-política, pois que apaga a diferença como elemento constituinte do corpo social e da política desde a Antiguidade Clássica até o Estado Moderno, como também, sua figura fundante, a exceção. Não poderíamos, portanto, falar rigorosamente de política quando estamos no reino da homogeneização. Bignotto defende que o imperativo “todos iguais pelo consumo” se sustenta num modo de identificação pré-político, uma vez que resulta na eliminação da diferença como elemento de coesão social, e o que estaria no horizonte do homem reduzido ao organismo e à sua condição pré-política, é, não propriamente o horizonte da política, mas o que Michel Foucault chamou nos anos 70 de biopolítica.

Newton Bignotto é doutor em filosofia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales e professor do departamento de filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É autor de Origens do republicanismo moderno (2001) e Maquiavel (2003), entre outros.

http://www.youtube.com/watch?v=YbihZc89uzI#

http://www.youtube.com/watch?v=eTpPt27yCl4#

"O que nós queremos, o que não gostamos, o que pensamos, o que sentimos: tudo é impermanente. As palavras de elogios ou críticas são impermanentes. Todas vêm e vão. Se entendermos isso, não vamos ficar tão desorientados com os dramas da vida cotidiana."
Chagdud Tulku Rinpoche